A sorte está lançada
Texto:Alessandro Moura
Em clima descontraído conversamos com o então Presidente do America Footbal Club, Ulisses Salgado. Há dez anos começou a auxiliar no departamento médico das categorias de base. Foi Vice- Presidente Médico, Vice Presidente Geral e agora Presidente do clube de coração, que está em sua família há três gerações. Apesar de ter quatro filhos flamenguistas, ele conta que todos tem grande carinho pelo America. A entrevista realizada na sala do tradicional clube, revela fatos importantes da atual história do time, que completou recentemente 105 anos. As dores de cabeça de uma casa desarrumada, os desafios e os atrasos de pagamento.
Rio No Esporte: Quais foram os desafios ao assumir a presidência do America em 2009?
Ulisses Salgado: O maior desafio era tirar o America da Segunda Divisão. O presidente anterior, depois de 105 anos deixou o America na Segunda Divisão. Essa era a prioridade, retornar para a Primeira divisão. Se demorasse a sair ia ter dificuldades como grandes clubes do passado que até hoje não conseguem retornar a elite do futebol estadual. O outro desafio foi equilibrar as finanças do clube. Por um capricho o presidente anterior não fez nem mesmo a transição de equipe e quando assumi não sabia de nada sobre a situação financeira e funcional do clube. Apenas no dia seguinte da posse que tive noção do rombo do caixa, até porque o presidente que me antecedeu gerenciava as finanças do clube com uma conta particular, com seu próprio CPF. O que me impedia e me impede até os dias de hoje de saber o que realmente estava acontecendo.
Rio No Esporte: Vocês tinham muitas dívidas deixadas pela administração anterior?
Ulisses Salgado: Logo na primeira semana fomos todos surpreendidos por um agente da Light para acertar a conta de energia, um débito que girava em torno de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) e depois chegou a conta de água com uma dívida de R$ 1.200.000.00 (um milhão e duzentos mil reais) na CEDAE. Os salários estavam todos atrasados, assim como os fornecedores. Eu tinha que arrumar a casa e ainda me preocupava com o futebol.
Rio No Esporte: E a equipe de jogadores e comissão técnica?
Ulisses Salgado: Não tinha nenhum jogador, comissão técnica, equipamento de treino, não havia categorias de base em funcionamento...era o caos. Tive muita ajuda do benemérito Giuliette Coutinho e refiz a política de bom relacionamento com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro.
Rio No Esporte: E como o Romário entrou nessa história?
Ulisses Salgado: Ele já havia demonstrado interesse, mas teve problemas com a administração passada. Entramos em contato então para que ele pudesse apoiar a nossa administração. Deixei claro que o America não precisava do dinheiro do Romário, mas sim do apoio amigo e de suas influências. O jogador é um grande ídolo da torcida, e foi através dele que conseguimos o apoio e patrocínio da UNIMED, através do Presidente Celso Barros. A Penalty é a fornecedora oficial dos uniformes do America. Formamos assim a comissão técnica que formatou o elenco de jogadores. Todos esses esforços e ações conjuntas nos levaram para a Primeira Divisão e fomos o Campeão da Série B do Campeonato Carioca de 2009.
Rio No Esporte: Como foi encarar a segundona carioca?
Ulisses Salgado: Se existe um inferno ele se chama Segunda Divisão do Campeonato Carioca, principalmente para um clube tradicional como o America. Éramos obrigados a jogar em campos com pouca qualidade técnica com equipes onde não havia nem exames antidoping e arbitragens nem sempre confiáveis. Para nossa sorte a Rede Globo de televisão transmitiu vários jogos, o que nos deixou mais seguro.
Rio No Esporte: E as categorias infantil, juvenil e juniores?
Ulisses Salgado: Bom, começamos o ano reformulando as categorias de base para podermos disputar os campeonatos. Montamos equipes, comissões técnicas, reativamos o centro de treinamentos de Santa Cruz da Serra, em Caxias. Estruturamos todas as categorias de base e incluímos a mirim e a pré- mirim.
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=84:a-sorte-esta-lancada&catid=9:noticias-4&Itemid=9
domingo, 3 de abril de 2011
Ceder para vencer
Judô ganha espaço
Texto:Alessandro Moura
Esporte, arte e espiritualidade. O Judô vem ganhando espaço entre os brasileiros e seus ensinamentos não se restringem apenas a campeonatos, mas se estendem cada vez mais para mulheres, crianças e idosos que buscam melhorar a qualidade de vida, concentração e alto confiança.
Com origem no Japão, o Judô foi fundado por Jighoro Kano no ano de 1882. O objetivo do pai do judô é usar a luta como veículo transformador. Atualmente é um dos esportes mais praticados em todo o mundo. No Brasil é o segundo esporte com o maior número de atletas confederados. O Gokyu conseguiu unificar a linguagem do Judô, trata-se de um sistema de ensino de golpes básicos que permite que seu ensinamento seja feito com as mesmas nomenclaturas, regras e posições.
Tri Campeão Panamericano de Judô, Campeão Mundial Master, 12 vezes Campeão Brasileiro e 27 vezes Campeão Estadual.
Os titulos colecionados por Gláucio Bernardes são provas de uma carreira de sucesso que começou quando o atleta tinha apenas três anos. Segundo ele crianças dessa idade conseguem ter grande melhora em concentração, aprendendo melhor as matérias do colégio.As mais timidas se soltam e as inquietas, controlam a impetuosidade. Muitas mães chegam indicadas por psicólogos com a mesma recomendação: socialização.
Sophia Leite de Lima, tem apenas 4 anos e há um ano pratica o Judô. Ela conta que começou porque foi em uma aula, viu um amigo fazer e gostou. A mãe Maria Claúdia Lima orgulhosa do kimono ou Judugui (roupa utilizada nos treinos e aulas), disse que a filha já se arruma sozinha, mas que não abre mão que a roupa seja rosa. Maria Claúdia ressalta que a filha está mais disciplinada, obedece mais e que gosta de brincar com os golpes da aula em casa. “- Ela até me ensina os nomes...” conta a mãe de Sophia. Gláucio revela que nessa idade o mais indicado é a psicomotricidade que trabalha descobrindo novos movimentos, equilibrio e a agilidade dentro do treino.
Quando o assunto é Atemi ou defesa pessoal, o praticante aprende a ter alto controle até para não reagir. É importante saber o momento certo para usar as técnicas, sem impulso, afirma Gláucio. Os benéficios para o cotidiano são muitos e quem tem mais de 40 anos também pode começar. O atleta tantas vezes campeão, fala que o esporte ajuda a combater o estress e canaliza a energia ruim para uma maneira positiva.
Para quem tem medo de começar e se machucar logo na primeira aula fique tranquilo. O primeiro aprendizado é saber como proteger o corpo, caindo da maneira certa. A filosofia do esporte é “ Ceder para Vencer”.
Em campeonatos as lutas acontecem de acordo com peso, idade e sexo. Nos treinamentos é sempre melhor a diversidade. È enriquecedor a vivência de lutar com pessoas maiores, usando o seu corpo e do outro como ferramenta. Basicamente a força e o peso do oponente são usados contra ele. Gláucio Bernandes ressalta a importância de quem trabalha na iniciação esportiva. Essa pessoa tem que ser muito capacitada, um trauma pode fazer com que a criança nunca mais queira voltar ao mundo do esporte, lembra o Campeão.
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=464:campeao-de-judo-da-dicas-para-quem-esta-comecando-no-esporte&catid=9:noticias-4&Itemid=9
Texto:Alessandro Moura
Esporte, arte e espiritualidade. O Judô vem ganhando espaço entre os brasileiros e seus ensinamentos não se restringem apenas a campeonatos, mas se estendem cada vez mais para mulheres, crianças e idosos que buscam melhorar a qualidade de vida, concentração e alto confiança.
Com origem no Japão, o Judô foi fundado por Jighoro Kano no ano de 1882. O objetivo do pai do judô é usar a luta como veículo transformador. Atualmente é um dos esportes mais praticados em todo o mundo. No Brasil é o segundo esporte com o maior número de atletas confederados. O Gokyu conseguiu unificar a linguagem do Judô, trata-se de um sistema de ensino de golpes básicos que permite que seu ensinamento seja feito com as mesmas nomenclaturas, regras e posições.
Tri Campeão Panamericano de Judô, Campeão Mundial Master, 12 vezes Campeão Brasileiro e 27 vezes Campeão Estadual.
Os titulos colecionados por Gláucio Bernardes são provas de uma carreira de sucesso que começou quando o atleta tinha apenas três anos. Segundo ele crianças dessa idade conseguem ter grande melhora em concentração, aprendendo melhor as matérias do colégio.As mais timidas se soltam e as inquietas, controlam a impetuosidade. Muitas mães chegam indicadas por psicólogos com a mesma recomendação: socialização.
Sophia Leite de Lima, tem apenas 4 anos e há um ano pratica o Judô. Ela conta que começou porque foi em uma aula, viu um amigo fazer e gostou. A mãe Maria Claúdia Lima orgulhosa do kimono ou Judugui (roupa utilizada nos treinos e aulas), disse que a filha já se arruma sozinha, mas que não abre mão que a roupa seja rosa. Maria Claúdia ressalta que a filha está mais disciplinada, obedece mais e que gosta de brincar com os golpes da aula em casa. “- Ela até me ensina os nomes...” conta a mãe de Sophia. Gláucio revela que nessa idade o mais indicado é a psicomotricidade que trabalha descobrindo novos movimentos, equilibrio e a agilidade dentro do treino.
Quando o assunto é Atemi ou defesa pessoal, o praticante aprende a ter alto controle até para não reagir. É importante saber o momento certo para usar as técnicas, sem impulso, afirma Gláucio. Os benéficios para o cotidiano são muitos e quem tem mais de 40 anos também pode começar. O atleta tantas vezes campeão, fala que o esporte ajuda a combater o estress e canaliza a energia ruim para uma maneira positiva.
Para quem tem medo de começar e se machucar logo na primeira aula fique tranquilo. O primeiro aprendizado é saber como proteger o corpo, caindo da maneira certa. A filosofia do esporte é “ Ceder para Vencer”.
Em campeonatos as lutas acontecem de acordo com peso, idade e sexo. Nos treinamentos é sempre melhor a diversidade. È enriquecedor a vivência de lutar com pessoas maiores, usando o seu corpo e do outro como ferramenta. Basicamente a força e o peso do oponente são usados contra ele. Gláucio Bernandes ressalta a importância de quem trabalha na iniciação esportiva. Essa pessoa tem que ser muito capacitada, um trauma pode fazer com que a criança nunca mais queira voltar ao mundo do esporte, lembra o Campeão.
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=464:campeao-de-judo-da-dicas-para-quem-esta-comecando-no-esporte&catid=9:noticias-4&Itemid=9
Campeão fala sobre a carreira e dá dicas para quem está começando
Lutador sai do ringue e se dedica a projeto social
Texto:Alessandro Moura
Warner Hammerle coleciona mais de 70 títulos, entre eles vale ressaltar que o atleta foi Campeão do Pan-americano de Full-Contact (2008), Campeão do Sul-americano de Thai Kick Boxing (2007), Campeão do Pan-americano de Thai Kick Boxing (2006) e Campeão Mundial de Artes Marciais (2006).
São 110 lutas, 100 vitórias, um empate e nove derrotas. Atualmente atua diretamente com a Presidência da Federação. de Kick Boxing do Estado do Rio de Janeiro e preside a WHKB ( Warner Hammerle Kick Boxing).
A associação que fica na Zona Oeste do Rio, visa desenvolver o Kick Boxing na região realizando um trabalho social com atletas através do esporte. São mais de 400 lutadores profissionais atuando em conjunto e cerca de 150 atletas em processo de formação. É o esporte cumprindo seu papel social.
Rio No Esporte: Quando começou o interesse pelo esporte?
Warner Hammerle: Sempre fui desportista, era goleiro até conhecer o Kick Boxing aos 17 anos de idade e vi que para ser um jogador seria mais difícil e me identifiquei mais com o esporte de contato devido a auto estima, segurança e disciplina, coisa que o futebol na época não me passava.
Rio No Esporte: Qual a diferença entre o Kick Boxing e o Jiu-jitsu?
Warner Hammerle: Kick Boxing é uma luta de trocação (em pé) onde utilizamos luvas como a de boxe. Valendo Chutes, socos e joelhadas, não podendo golpear o atleta enquanto o atleta estiver caído. Já o Jiu-Jitsu caracterizada luta de chão, predomina imobilizações e quedas.
Rio No Esporte: Um momento importante da carreira...
Warner Hammerle: Como lutador, foi o Mundial de Artes Marciais e o tri-campeonato Pan-americano no Chile. Depois a realização do campeonato estadual de Kick Boxing em 2008, onde colocamos mais de 300 atletas no evento.
Rio No Esporte: Os planos para 2011?
Warner Hammerle: Promover a WHFC, realizar novos eventos no setor e abrir outras categorias diferentes dentro da modalidade K-1. Valendo Cinturão e bolsas. Fazer com que o trabalho social da WHKB cresça, expandindo cada vez mais em todo Rio de janeiro.
Rio No Esporte: Acredita que os esportes de luta incitam a violência?
Warner Hammerle: Minha maior preocupação dentro do esporte, não é o atleta e sim o professor. Existe muitos que se dizem professores e não tem nenhum vínculo com os órgãos responsáveis, digo isso em todos os esportes, com isso prejudica muito o trabalho de quem é correto, cabe o atleta fiscalizar e se inscrever na certeza de que o profissional é de caráter integro. Diga não a pirataria de faixas pretas. O esporte bem trabalhado é capaz de doutrinar qualquer ser humano e direcionar sua mente para o lado da vida saudável.
Rio No Esporte: Quais as dicas para quem quer começar?
Warner Hammerle: Seja objetivo e treine duro para não ter dificuldades na hora da competição. Para você conquistar algo que nunca conseguiu, terá que fazer algo que nunca fez. Faça o que for fazer com excelência, não existe prova difícil para quem estuda. Quero aproveitar a oporunidade para agradecer a Deus , a minha esposa que me apoia de trabalha diretamente comigo na associação, a Auto Escola Jorge e Dicas da Raposa pela parceria, professores da WHKB e a toda Igreja IBIM com nossos líderes Ap. Vidal e Bispa Juremar.
Para informações sobre o projeto: whkb@oi.com.br
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=429:lutador-sai-do-ringue-e-se-dedica-a-projeto-social&catid=8:noticias-3&Itemid=24
Texto:Alessandro Moura
Warner Hammerle coleciona mais de 70 títulos, entre eles vale ressaltar que o atleta foi Campeão do Pan-americano de Full-Contact (2008), Campeão do Sul-americano de Thai Kick Boxing (2007), Campeão do Pan-americano de Thai Kick Boxing (2006) e Campeão Mundial de Artes Marciais (2006).
São 110 lutas, 100 vitórias, um empate e nove derrotas. Atualmente atua diretamente com a Presidência da Federação. de Kick Boxing do Estado do Rio de Janeiro e preside a WHKB ( Warner Hammerle Kick Boxing).
A associação que fica na Zona Oeste do Rio, visa desenvolver o Kick Boxing na região realizando um trabalho social com atletas através do esporte. São mais de 400 lutadores profissionais atuando em conjunto e cerca de 150 atletas em processo de formação. É o esporte cumprindo seu papel social.
Rio No Esporte: Quando começou o interesse pelo esporte?
Warner Hammerle: Sempre fui desportista, era goleiro até conhecer o Kick Boxing aos 17 anos de idade e vi que para ser um jogador seria mais difícil e me identifiquei mais com o esporte de contato devido a auto estima, segurança e disciplina, coisa que o futebol na época não me passava.
Rio No Esporte: Qual a diferença entre o Kick Boxing e o Jiu-jitsu?
Warner Hammerle: Kick Boxing é uma luta de trocação (em pé) onde utilizamos luvas como a de boxe. Valendo Chutes, socos e joelhadas, não podendo golpear o atleta enquanto o atleta estiver caído. Já o Jiu-Jitsu caracterizada luta de chão, predomina imobilizações e quedas.
Rio No Esporte: Um momento importante da carreira...
Warner Hammerle: Como lutador, foi o Mundial de Artes Marciais e o tri-campeonato Pan-americano no Chile. Depois a realização do campeonato estadual de Kick Boxing em 2008, onde colocamos mais de 300 atletas no evento.
Rio No Esporte: Os planos para 2011?
Warner Hammerle: Promover a WHFC, realizar novos eventos no setor e abrir outras categorias diferentes dentro da modalidade K-1. Valendo Cinturão e bolsas. Fazer com que o trabalho social da WHKB cresça, expandindo cada vez mais em todo Rio de janeiro.
Rio No Esporte: Acredita que os esportes de luta incitam a violência?
Warner Hammerle: Minha maior preocupação dentro do esporte, não é o atleta e sim o professor. Existe muitos que se dizem professores e não tem nenhum vínculo com os órgãos responsáveis, digo isso em todos os esportes, com isso prejudica muito o trabalho de quem é correto, cabe o atleta fiscalizar e se inscrever na certeza de que o profissional é de caráter integro. Diga não a pirataria de faixas pretas. O esporte bem trabalhado é capaz de doutrinar qualquer ser humano e direcionar sua mente para o lado da vida saudável.
Rio No Esporte: Quais as dicas para quem quer começar?
Warner Hammerle: Seja objetivo e treine duro para não ter dificuldades na hora da competição. Para você conquistar algo que nunca conseguiu, terá que fazer algo que nunca fez. Faça o que for fazer com excelência, não existe prova difícil para quem estuda. Quero aproveitar a oporunidade para agradecer a Deus , a minha esposa que me apoia de trabalha diretamente comigo na associação, a Auto Escola Jorge e Dicas da Raposa pela parceria, professores da WHKB e a toda Igreja IBIM com nossos líderes Ap. Vidal e Bispa Juremar.
Para informações sobre o projeto: whkb@oi.com.br
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=429:lutador-sai-do-ringue-e-se-dedica-a-projeto-social&catid=8:noticias-3&Itemid=24
Crianças autistas encontram apoio na Ginástica Olímpica
Aulas trabalham lado sensorial, motor e cognitivo
Texto: Alessandro Moura
Barra, salto, balanço e escorrega. Parece até um parque de diversões, mas se trata de uma Arena Olímpica, onde as crianças aprendem a lidar com seus medos e trabalham seu lado sensorial, motor e cognitivo.
As crianças chegam com problemas sensoriais, para se te ruma idéia o balanço para eles é como se fosse uma montanha russa. O autista fica rodando para se integrar sensorialmente. A dificuldade auditiva exige que eles fiquem em locais com o menor número de barulho possível, explica Rodrigo Brívio que há nove anos desenvolve um trabalho direcionado. O interesse de Rodrigo começou logo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde cursou Educação Física. Durante a sua formação foi convidado para trabalhar no projeto Vila Olímpica da Maré, depois foi trabalhar no Centro Integrado de atendimento ao deficiente (CIAD) e depois na Vila Olímpica de Acari.
As aulas duram cerca de 30 minutos e o trabalho de psicomotricidade, atividades que englobam uma série de exercícios para a coordenação motora são os primeiros a serem aplicados. Atualmente Rodrigo trabalha com crianças de 3 à 15 anos, mas ele avisa que não tem idade para iniciar. Segundo o professor em pouco tempo é possível perceber melhorias como: alto confiança, disciplina, interação, afeto e contato ocular.
‘Eu acredito que tudo é possível, dentro das limitações de cada um.” Rodrigo Brivio, professor de Ginástica Olímpica.
Através dos exercícios da ginástica artística fazemos uma combinação da parte motora com a cognitiva e a sensorial. Não existe diferença entre as crianças autistas ou não. As aulas são iguais. Desenvolvo trabalhos com reconhecimento de cores e letras, mas também poderia ser feito com as outras crianças.
Existem poucos projetos como esse e os projetos da prefeitura atendem os autistas como atividade física, não é algo tão direcionado que tenha um desenvolvimento com cada um, ressalta Rodrigo Brívio.
Para o professor o maior desafio é desenvolver uma comunicação com uma criança que não fala, saber seus anseios, a hora de ir embora ou ir ao banheiro. Mas com o tempo ele já sabe e as crianças já o conhecem e fica mais fácil. “Hoje um dos meninos chegou e me puxou até a porta do banheiro, já entendi que ele queria ir” comemora Brívio. Algo interessante é que eles geralmente tem medo do salto, mas adoram e sentem grande sensação de prazer. Quando não querem fazer alguma atividade eles ficam mais nervosos e demonstram com mais força.
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=74:criancas-autistas-encontram-apoio-na-ginastica-olimpica-&catid=9:noticias-4&Itemid=9
Texto: Alessandro Moura
Barra, salto, balanço e escorrega. Parece até um parque de diversões, mas se trata de uma Arena Olímpica, onde as crianças aprendem a lidar com seus medos e trabalham seu lado sensorial, motor e cognitivo.
As crianças chegam com problemas sensoriais, para se te ruma idéia o balanço para eles é como se fosse uma montanha russa. O autista fica rodando para se integrar sensorialmente. A dificuldade auditiva exige que eles fiquem em locais com o menor número de barulho possível, explica Rodrigo Brívio que há nove anos desenvolve um trabalho direcionado. O interesse de Rodrigo começou logo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde cursou Educação Física. Durante a sua formação foi convidado para trabalhar no projeto Vila Olímpica da Maré, depois foi trabalhar no Centro Integrado de atendimento ao deficiente (CIAD) e depois na Vila Olímpica de Acari.
As aulas duram cerca de 30 minutos e o trabalho de psicomotricidade, atividades que englobam uma série de exercícios para a coordenação motora são os primeiros a serem aplicados. Atualmente Rodrigo trabalha com crianças de 3 à 15 anos, mas ele avisa que não tem idade para iniciar. Segundo o professor em pouco tempo é possível perceber melhorias como: alto confiança, disciplina, interação, afeto e contato ocular.
‘Eu acredito que tudo é possível, dentro das limitações de cada um.” Rodrigo Brivio, professor de Ginástica Olímpica.
Através dos exercícios da ginástica artística fazemos uma combinação da parte motora com a cognitiva e a sensorial. Não existe diferença entre as crianças autistas ou não. As aulas são iguais. Desenvolvo trabalhos com reconhecimento de cores e letras, mas também poderia ser feito com as outras crianças.
Existem poucos projetos como esse e os projetos da prefeitura atendem os autistas como atividade física, não é algo tão direcionado que tenha um desenvolvimento com cada um, ressalta Rodrigo Brívio.
Para o professor o maior desafio é desenvolver uma comunicação com uma criança que não fala, saber seus anseios, a hora de ir embora ou ir ao banheiro. Mas com o tempo ele já sabe e as crianças já o conhecem e fica mais fácil. “Hoje um dos meninos chegou e me puxou até a porta do banheiro, já entendi que ele queria ir” comemora Brívio. Algo interessante é que eles geralmente tem medo do salto, mas adoram e sentem grande sensação de prazer. Quando não querem fazer alguma atividade eles ficam mais nervosos e demonstram com mais força.
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=74:criancas-autistas-encontram-apoio-na-ginastica-olimpica-&catid=9:noticias-4&Itemid=9
Hora da estrela
Bi campeã de Futevôlei se prepara para Mundial
Texto:Alessandro Moura
O quiosque na praia de Ipanema, ali entre as ruas Vinicius de Moraes e a Farme de Amoedo foi o local escolhido pela Bi Campeã Brasileira de Futevôlei para nos conceder uma exclusiva. A noitinha vinha chegando e com ela veio de bicicleta Josefa de Lima Souza. “Mas é bom deixar claro que ninguém me conhece assim... as pessoas me chamam de Josi Souza”, afirmou a campeã.
Dona de um sorriso inconfundível e um bronzeado digno de garota de Ipanema, essa paraibana de 26 anos chegou no Rio de Janeiro com apenas oito anos e se sente carioca de coração.
Com apenas três anos de experiência ela vem chamando atenção, coleciona títulos e é atualmente a primeira do ranking da modalidade que nasceu nas areias de Copacabana. Josi ficou em primeiro lugar na Copa Brasil com sua parceira Taissa e acaba de ganhar os Jogos de Verão de 2011. O evento foi disputado na cidade de Iguaba Grande, na região dos lagos.
A jogadora em entrevista descontraída confessou o amor pelo esporte e disse que o bom do futevôlei é o fato de ser uma modalidade democrática. “A partir dos dez anos qualquer um pode fazer e não temos limites de idade” disse Josi.
Josi Souza atualmente ministra aulas pela Beach Training na praia de Ipanema para públicos de todas as idades e na Barra trabalha como personal treinando especificamente pessoas que queiram aprender o esporte com mais dedicação.
A jogadora que começou no futebol afirma que o futevôlei é bom inclusive para atletas profissionais que passam a ter maior domínio de bola e precisão nos movimentos.
Quando questionada sobre o possível romance com o jogador do Flamengo Ronaldinho Gaúcho, a jogadora é discreta e diz que são apenas amigos e que o conheceu jogando futevôlei. “Ele gosta muito de futevôlei, um amigo em comum nos apresentou, hoje somos amigos e só...” disse Josi.
Das areias para as quadras, Josi agora se prepara para enfrentar mais um desafio, o Mundial de Futevôlei, que será realizado no Rio de Janeiro no posto 10 entre os dias 2 e 3 de abril.
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=120:bi-campea-de-futevolei-se-prepara-para-mundial&catid=9:noticias-4&Itemid=9
Texto:Alessandro Moura
O quiosque na praia de Ipanema, ali entre as ruas Vinicius de Moraes e a Farme de Amoedo foi o local escolhido pela Bi Campeã Brasileira de Futevôlei para nos conceder uma exclusiva. A noitinha vinha chegando e com ela veio de bicicleta Josefa de Lima Souza. “Mas é bom deixar claro que ninguém me conhece assim... as pessoas me chamam de Josi Souza”, afirmou a campeã.
Dona de um sorriso inconfundível e um bronzeado digno de garota de Ipanema, essa paraibana de 26 anos chegou no Rio de Janeiro com apenas oito anos e se sente carioca de coração.
Com apenas três anos de experiência ela vem chamando atenção, coleciona títulos e é atualmente a primeira do ranking da modalidade que nasceu nas areias de Copacabana. Josi ficou em primeiro lugar na Copa Brasil com sua parceira Taissa e acaba de ganhar os Jogos de Verão de 2011. O evento foi disputado na cidade de Iguaba Grande, na região dos lagos.
A jogadora em entrevista descontraída confessou o amor pelo esporte e disse que o bom do futevôlei é o fato de ser uma modalidade democrática. “A partir dos dez anos qualquer um pode fazer e não temos limites de idade” disse Josi.
Josi Souza atualmente ministra aulas pela Beach Training na praia de Ipanema para públicos de todas as idades e na Barra trabalha como personal treinando especificamente pessoas que queiram aprender o esporte com mais dedicação.
A jogadora que começou no futebol afirma que o futevôlei é bom inclusive para atletas profissionais que passam a ter maior domínio de bola e precisão nos movimentos.
Quando questionada sobre o possível romance com o jogador do Flamengo Ronaldinho Gaúcho, a jogadora é discreta e diz que são apenas amigos e que o conheceu jogando futevôlei. “Ele gosta muito de futevôlei, um amigo em comum nos apresentou, hoje somos amigos e só...” disse Josi.
Das areias para as quadras, Josi agora se prepara para enfrentar mais um desafio, o Mundial de Futevôlei, que será realizado no Rio de Janeiro no posto 10 entre os dias 2 e 3 de abril.
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=120:bi-campea-de-futevolei-se-prepara-para-mundial&catid=9:noticias-4&Itemid=9
Big Rider carioca Kiko Evaristo busca patrocinadores
Surfista respeitado internacionalmente quer levar as cores do Brasil para mundiais
Texto:Alessandro Moura
O Arpoador é o quintal deste carioca da gema que se destaca internacionalmente desafiando ondas gigantes. Kiko Evaristo surfa desde os oito anos, sua primeira prancha estava bem perto guardada no quarto da empregada. O presente veio de um amigo de seu pai, que não estava muito satisfeito com a idéia.
Foi preciso pouco tempo para que Kiko se destacasse entre os outros garotos, e logo ganhou prêmios nas categorias de base mirim e junior e se sagrou campeão mirim e open. Durante sete anos esteve entre os 30 melhores surfistas do Brasil e foi no ano de 1989 que Kiko encarou pela primeira vez sua grande paixão: as ondas gigantes do Hawai. De lá pra cá o surfista de 38 anos já fez 16 temporadas no Hawai, a última encerrada em 25 de fevereiro deste ano, o carioca passou três meses fora.
Mesmo depois de sofrer uma lesão no joelho esquerdo, ao sair de um tubo, o surfista manteve o ritmo e continua arrematando prêmios. No entando Kiko afirma que a falta de patrocinadores e apoiadores não permitem que ele possa fazer os tratamentos adequados .
" Agente acaba contando com amigos fisioterapeutas, medicina alternativa e com o SUS (Sistema Único de Saúde), mas não é possivel fazer exatamente o que é preciso..." Kiko ressalta que mesmo assim ganhou três etapas da última competição no Hawai.
"O surf é o Evaristo e o Evaristo é o Surf", Kiko Evaristo
Quando questionado sobre a falta de apelo do surf na grande mídia, Kiko diz que isso se deve a fama equivocada construída pela imprensa, de que o surfista é um boa vida. Fora isso o grande público desconhece as regras e as pontuações das disputas. Para isso já se pensa em criar um placar na praia e ter o apoio de um locutor explicando a competição.
O Big Rider fala que está sem patrocinador e que depois dos 30 anos se torna ainda mais dificil, apesar do número de convites internacionais e do respeito que Kiko tem fora do país. Para se ter uma idéia México, Peru, Chile e Tasmânia já convidaram o surfista para seus campeonatos, os maiores do mundo.
Kiko recebe o Rio No Esporte, no Arpoador (Foto:Alessandro Moura/RNE)
Agora falta apenas uma coisa para o Big Rider carioca deslanchar: patrocinio. Para participar dos quatro maiores campeonatos do mundo e do Mundial na França, Kiko tem um orçamento de R$50,000,00 (Cinquenta mil reais) para conseguir.
Surfe por amor, tudo o que fizer faça por amor, nada de drogas e noitadas. Disciplina, garra e determinação. Esse é o caminho, aconselha Kiko Evaristo aos que estão começando. E se quer conhecer a melhor onda do Rio vá até o posto 5 , em Copacabana, uma onda que quebra grande com tubos perfeitos, ressalta o Big Rider.
Apoiadores e patrocinadores podem entrar em contato através do emal: evaristokiko@hotmail.com
Para ver Kiko Evaristo nas grandes ondas acesse: http://www.youtube.com/watch?v=qLkr8yevQgE
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=679:big-rider-kiko-evaristo-busca-patrocinadores&catid=8:noticias-3&Itemid=24
Texto:Alessandro Moura
O Arpoador é o quintal deste carioca da gema que se destaca internacionalmente desafiando ondas gigantes. Kiko Evaristo surfa desde os oito anos, sua primeira prancha estava bem perto guardada no quarto da empregada. O presente veio de um amigo de seu pai, que não estava muito satisfeito com a idéia.
Foi preciso pouco tempo para que Kiko se destacasse entre os outros garotos, e logo ganhou prêmios nas categorias de base mirim e junior e se sagrou campeão mirim e open. Durante sete anos esteve entre os 30 melhores surfistas do Brasil e foi no ano de 1989 que Kiko encarou pela primeira vez sua grande paixão: as ondas gigantes do Hawai. De lá pra cá o surfista de 38 anos já fez 16 temporadas no Hawai, a última encerrada em 25 de fevereiro deste ano, o carioca passou três meses fora.
Mesmo depois de sofrer uma lesão no joelho esquerdo, ao sair de um tubo, o surfista manteve o ritmo e continua arrematando prêmios. No entando Kiko afirma que a falta de patrocinadores e apoiadores não permitem que ele possa fazer os tratamentos adequados .
" Agente acaba contando com amigos fisioterapeutas, medicina alternativa e com o SUS (Sistema Único de Saúde), mas não é possivel fazer exatamente o que é preciso..." Kiko ressalta que mesmo assim ganhou três etapas da última competição no Hawai.
"O surf é o Evaristo e o Evaristo é o Surf", Kiko Evaristo
Quando questionado sobre a falta de apelo do surf na grande mídia, Kiko diz que isso se deve a fama equivocada construída pela imprensa, de que o surfista é um boa vida. Fora isso o grande público desconhece as regras e as pontuações das disputas. Para isso já se pensa em criar um placar na praia e ter o apoio de um locutor explicando a competição.
O Big Rider fala que está sem patrocinador e que depois dos 30 anos se torna ainda mais dificil, apesar do número de convites internacionais e do respeito que Kiko tem fora do país. Para se ter uma idéia México, Peru, Chile e Tasmânia já convidaram o surfista para seus campeonatos, os maiores do mundo.
Kiko recebe o Rio No Esporte, no Arpoador (Foto:Alessandro Moura/RNE)
Agora falta apenas uma coisa para o Big Rider carioca deslanchar: patrocinio. Para participar dos quatro maiores campeonatos do mundo e do Mundial na França, Kiko tem um orçamento de R$50,000,00 (Cinquenta mil reais) para conseguir.
Surfe por amor, tudo o que fizer faça por amor, nada de drogas e noitadas. Disciplina, garra e determinação. Esse é o caminho, aconselha Kiko Evaristo aos que estão começando. E se quer conhecer a melhor onda do Rio vá até o posto 5 , em Copacabana, uma onda que quebra grande com tubos perfeitos, ressalta o Big Rider.
Apoiadores e patrocinadores podem entrar em contato através do emal: evaristokiko@hotmail.com
Para ver Kiko Evaristo nas grandes ondas acesse: http://www.youtube.com/watch?v=qLkr8yevQgE
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=679:big-rider-kiko-evaristo-busca-patrocinadores&catid=8:noticias-3&Itemid=24
José Aldo enfrenta novo desafio e treina para o UFC 129 no Canadá
Lutador acredita na vitória e agradece ao treinador Dedé e equipe
Texto:Alessandro Moura
José Aldo é natural de Manaus e com apenas 24 anos é considerado pelo World MMA Awards como o melhor lutador do ano de 2010. O lutador treina no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro e foi entre os tatames que o Rio No Esporte conseguiu essa exclusiva com o Peso Pena número 1 do mundo.
Apesar da pouca idade José Aldo tem um curriculo invejável com uma extensão de títulos. Entre eles, foi Campeão do peso pena do WEC, por três vezes vencedor do nocaute da noite, por oito vezes consecutivas do WEC UFC, Campeão dos Pesos Pena do UFC Sherdog e Melhor lutador do ano pelo World MMA Awards em 2009 e 2010.
Flamenguista doente de ir ao estádio cantar o hino e vibrar para levantar o Rubro-Negro, Aldo veio para o Rio no ano de 2003 para treinar Jiu- Jitsu. Com a mudança dos parceiros de equipe e com o incentivo de Dedé (seu treinador) Aldo começou a lutar no MMA.
Em 2005 venceu de cara duas lutas na Inglaterra e mesmo sendo apontado como o melhor do mundo, o lutador ressalta: -"Ainda tenho muito para crescer, muito para caminhar..." O título não subiu a cabeça de José Aldo que acredita que tudo é fruto de seu trabalho e da parceria com a equipe e o treinador.
Agora o lutador enfrenta mais um desafio o 129 UFC que será realizado em Toronto, no Canadá, dia 30 de abril. Para isso Aldo tem treinado desde a hora que acorda até o adormecer do dia. Treino pesado e rigoroso que só é interrompido nas refeições e no momento em que nossa equipe chegou.
Adepto do esporte desde os 14 anos, José Aldo acredita que a luta terá resultados positivos, que tem treinado para isso e que confia no treinador Dedé.
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=304:jose-aldo-treina-para-o-129-ufc-no-canada&catid=8:noticias-3&Itemid=24
Texto:Alessandro Moura
José Aldo é natural de Manaus e com apenas 24 anos é considerado pelo World MMA Awards como o melhor lutador do ano de 2010. O lutador treina no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro e foi entre os tatames que o Rio No Esporte conseguiu essa exclusiva com o Peso Pena número 1 do mundo.
Apesar da pouca idade José Aldo tem um curriculo invejável com uma extensão de títulos. Entre eles, foi Campeão do peso pena do WEC, por três vezes vencedor do nocaute da noite, por oito vezes consecutivas do WEC UFC, Campeão dos Pesos Pena do UFC Sherdog e Melhor lutador do ano pelo World MMA Awards em 2009 e 2010.
Flamenguista doente de ir ao estádio cantar o hino e vibrar para levantar o Rubro-Negro, Aldo veio para o Rio no ano de 2003 para treinar Jiu- Jitsu. Com a mudança dos parceiros de equipe e com o incentivo de Dedé (seu treinador) Aldo começou a lutar no MMA.
Em 2005 venceu de cara duas lutas na Inglaterra e mesmo sendo apontado como o melhor do mundo, o lutador ressalta: -"Ainda tenho muito para crescer, muito para caminhar..." O título não subiu a cabeça de José Aldo que acredita que tudo é fruto de seu trabalho e da parceria com a equipe e o treinador.
Agora o lutador enfrenta mais um desafio o 129 UFC que será realizado em Toronto, no Canadá, dia 30 de abril. Para isso Aldo tem treinado desde a hora que acorda até o adormecer do dia. Treino pesado e rigoroso que só é interrompido nas refeições e no momento em que nossa equipe chegou.
Adepto do esporte desde os 14 anos, José Aldo acredita que a luta terá resultados positivos, que tem treinado para isso e que confia no treinador Dedé.
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=304:jose-aldo-treina-para-o-129-ufc-no-canada&catid=8:noticias-3&Itemid=24
Georgette Vidor em entrevista exclusiva
A vida e a carreira de uma das maiores esportistas do Brasil
Texto: Alessandro Moura
Uma coleção de títulos e vitórias cercam a história da técnica de Ginástica Olímpica Georgette Vidor. São mais de 30 anos de experiência, 20 anos como técnica do Clube de Regatas do Flamengo e 15 anos de seleção brasileira. Conquistas que somam mais de 50 títulos. Luísa Parente, Soraya Carvalho , Daniele Hypólito estão entre as 52 ginastas formadas por Georgette Vidor que chegaram a seleção brasileira . Após grave acidente em 1997, a técnica fica paraplégica e mostra para o mundo um exemplo de superação e força. Deputada Estadual, Presidente da Ong Qualivida, Supervisora geral das arenas de Ginástica Artística nas Academias A!BodyTech, participante do Programa Cidade Inclusiva da Rádio CBN e desde fevereiro de 2009 coordenadora da Seleção Brasileira Feminina de Ginástica Artística. Em entrevista exclusiva Georgette Vidor solta o verbo e fala sobre a falta de preparação de novas ginastas, técnicos despreparados, olimpíadas e desafios.
Rio No Esporte: Como está a preparação para as olimpíadas?
Georgette Vidor : "Parei de treinar em 2004, quando fui deputada. Sempre fui a grande treinadora das ginastas e quando sai ninguém preparou as próximas meninas. Temos muita gente pra 2016, mas para 2012 nos estamos apertados.Meu desafio agora é preparar o grupo de 2016 e capacitar os treinadores para substituir os estrangeiros. Estou preocupada... A Daniele ( Hipólito) está em sua quarta olimpíada, vai ser a atleta que mais participou, mas a Dani está com 26 anos...eu não posso passar um treinamento pesado. A Jade vem de uma lesão séria que não aumenta, mas está lá. Ana Claudia acaba de operar o joelho, problemas com o ombro e o pé.... A Priscila e a Bruna estão bem...são sete ou oito ginastas e o treinamento é animal para a elite do esporte. Difícil não poder reforçar o treinamento...Para 2012 ainda não sei como vai ser....demoram oito anos pra se formar uma atleta. Ano passado me convidaram para ser a treinadora técnica do feminino. A missão é recuperar as meninas na cabeça e no físico.Meu sonho é ter um centro de treinamento no Rio, corri atrás com o comitê olímpico e a prefeitura...teremos o centro de treinamento na Barra. Tenho milhões de planos para o espaço. A primeira coisa é manter o resultado. Não quero permanecer com o legado deixado pelos ucranianos : nenhum! Vamos fazer parcerias com os outros estados, popularizar a ginástica, melhorar as condições para capacitar treinadores que hoje não tem capacitação."
Rio No Esporte: Até pouco tempo era um esporte bem desconhecido do povo brasileiro...
Georgette Vidor : A ginástica artística ou olímpica começou a aparecer no cenário nacional em 2001, Daniele Hipólito ganhou a primeira medalha para o Brasil, em um Campeonato Mundial e Daiane dos Santos foi bi Campeã Mundial. O esporte ganhou visibilidade no PIS, mas foi graças a lei Agnelo Piva tivemos apoio financeiro que veio direto do comitê olímpico. Há 14 anos começamos tudo sem verba, sem planejamento...o resultado que tínhamos era do nosso esforço próprio.
"Sempre fui a grande treinadora das ginastas e quando sai ninguém preparou as próximas meninas. Temos muita gente pra 2016, mas para 2012 nos estamos apertados." Georgette Vidor
Rio No Esporte: Depois do acidente o que mudou na carreira?
Georgette Vidor : "Mudou tudo na minha vida...Dependo inteiramente das pessoas...perdi coisas que gostava tanto de fazer...Dançar, dar meia volta na lagoa antes de ir pro treino...Sinto saudades da independência. Mas por outro lado muitas oportunidades surgiram. Houve uma grande comoção nacional que me deu visibilidade hoje desenvolvo trabalho com uma ONG em 9 municípios do Rio de Janeiro e já temos mais 18 pólos de ginástica. Comecei a fazer um trabalho para popularizar a ginástica e faço parte de um programa de rádio... O esporte ensina a superar as dificuldades..."
Rio No Esporte: Você é apontada como a melhor treinadora do Brasil. O que diferencia seu trabalho dos outros?
Georgette Vidor : Sou rígida, muito dura com as atletas, mas elas confiam muito em mim. Depois do acidente achei que perderia isso, que elas não iriam querer treinar comigo. Isso não aconteceu...eu tenho um grande amor pela ginástica. Não tenho férias, feriados. Eu marco treinos até em dias de domingo....quando sei da importância do que faço eu me dedico. Quando acaba um campeonato e ganhamos eu já penso no dia seguinte. Entreguei minha vida para a ginástica.
"Não quero permanecer com o legado deixado pelos ucranianos : nenhum!"
Georgette Vidor
Rio No Esporte: Porque resolveu entrar na política?
Georgette Vidor : No Flamengo tinha a história de que o clube precisava de uma representação. Ai sugeriram meu nome como candidata a vereadora. Mas as eleições acontecem em ano olímpico, ai fica difícil. A Patrícia Amorim se candidatou e venceu. Depois foi minha vez na luta para defender os esportes e o Flamengo. Com os problemas que enfrento com a deficiência comecei a luta pelas pessoas com necessidades especiais...
Rio No Esporte: Durante seus mais de 30 anos de carreira, você teve que abrir mão de algo importante?
Georgette Vidor : Abri mão de ter filhos. Não queria dividir meu tempo. Hoje estou no meu quarto casamento...e veja só com meu primeiro namorado. Nos reencontramos depois de 28 anos.
Rio No Esporte: E o que as atletas perdem começando tão cedo na carreira?
Georgette Vidor : Atletas de alto rendimento, além de serem talentosos tem boa cabeça. Não existe esse sentimento de perder a infância...eles nascem com aptidão. Estão preparados para isso, com habilidades especiais...Eles tem suas conquistas superando seus limites.
Rio No Esporte: Qual o significado do Flamengo em sua vida?
Georgette Vidor : Fiquei no Flamengo por 20 anos. Tenho uma relação afetiva de grande envolvimento emocional. Sou conselheira nata e sócia proprietária. Fui 15 vezes campeã juvenil e 12 vezes adulta.
Rio No Esporte: E o mito de que a ginástica olímpica faz com que os atletas fiquem baixos e troncudos?
Georgette Vidor : "É um mito de gente ignorante...tudo depende de genética...se você tem pais baixinhos...não adianta tomar hormônio ou fazer basquete...vai ficar baixinho.... A escolha dos atletas da ginástica tem como preferência os mais baixos pela rapidez e giros. Quanto maior, mais é o centro de gravidade maior será a falta de equilíbrio."
Rio No Esporte: Qual o perfil de quem quer fazer carreira na Ginástica Olímpica?
Georgette Vidor : Para os que são magrinhhos, fortinhos (músculos sobressaltados) e crianças que adoram ficar de cabeça pra baixo e pular na cama...esse é o perfil de quem quer fazer ginástica olímpica.
Rio No Esporte: Georgette por Georgette?
Georgette Vidor : Sou uma pessoa que gosta do que faz, batalhadora, franca ( ás vezes me dou mal por isso) e verdadeira.
Rio No Esporte: Uma frase
Georgette Vidor : "Vencer, vencer e vencer"
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=110:-georgette-vidor-em-entrevista-exclusiva&catid=8:noticias-3&Itemid=24
Texto: Alessandro Moura
Uma coleção de títulos e vitórias cercam a história da técnica de Ginástica Olímpica Georgette Vidor. São mais de 30 anos de experiência, 20 anos como técnica do Clube de Regatas do Flamengo e 15 anos de seleção brasileira. Conquistas que somam mais de 50 títulos. Luísa Parente, Soraya Carvalho , Daniele Hypólito estão entre as 52 ginastas formadas por Georgette Vidor que chegaram a seleção brasileira . Após grave acidente em 1997, a técnica fica paraplégica e mostra para o mundo um exemplo de superação e força. Deputada Estadual, Presidente da Ong Qualivida, Supervisora geral das arenas de Ginástica Artística nas Academias A!BodyTech, participante do Programa Cidade Inclusiva da Rádio CBN e desde fevereiro de 2009 coordenadora da Seleção Brasileira Feminina de Ginástica Artística. Em entrevista exclusiva Georgette Vidor solta o verbo e fala sobre a falta de preparação de novas ginastas, técnicos despreparados, olimpíadas e desafios.
Rio No Esporte: Como está a preparação para as olimpíadas?
Georgette Vidor : "Parei de treinar em 2004, quando fui deputada. Sempre fui a grande treinadora das ginastas e quando sai ninguém preparou as próximas meninas. Temos muita gente pra 2016, mas para 2012 nos estamos apertados.Meu desafio agora é preparar o grupo de 2016 e capacitar os treinadores para substituir os estrangeiros. Estou preocupada... A Daniele ( Hipólito) está em sua quarta olimpíada, vai ser a atleta que mais participou, mas a Dani está com 26 anos...eu não posso passar um treinamento pesado. A Jade vem de uma lesão séria que não aumenta, mas está lá. Ana Claudia acaba de operar o joelho, problemas com o ombro e o pé.... A Priscila e a Bruna estão bem...são sete ou oito ginastas e o treinamento é animal para a elite do esporte. Difícil não poder reforçar o treinamento...Para 2012 ainda não sei como vai ser....demoram oito anos pra se formar uma atleta. Ano passado me convidaram para ser a treinadora técnica do feminino. A missão é recuperar as meninas na cabeça e no físico.Meu sonho é ter um centro de treinamento no Rio, corri atrás com o comitê olímpico e a prefeitura...teremos o centro de treinamento na Barra. Tenho milhões de planos para o espaço. A primeira coisa é manter o resultado. Não quero permanecer com o legado deixado pelos ucranianos : nenhum! Vamos fazer parcerias com os outros estados, popularizar a ginástica, melhorar as condições para capacitar treinadores que hoje não tem capacitação."
Rio No Esporte: Até pouco tempo era um esporte bem desconhecido do povo brasileiro...
Georgette Vidor : A ginástica artística ou olímpica começou a aparecer no cenário nacional em 2001, Daniele Hipólito ganhou a primeira medalha para o Brasil, em um Campeonato Mundial e Daiane dos Santos foi bi Campeã Mundial. O esporte ganhou visibilidade no PIS, mas foi graças a lei Agnelo Piva tivemos apoio financeiro que veio direto do comitê olímpico. Há 14 anos começamos tudo sem verba, sem planejamento...o resultado que tínhamos era do nosso esforço próprio.
"Sempre fui a grande treinadora das ginastas e quando sai ninguém preparou as próximas meninas. Temos muita gente pra 2016, mas para 2012 nos estamos apertados." Georgette Vidor
Rio No Esporte: Depois do acidente o que mudou na carreira?
Georgette Vidor : "Mudou tudo na minha vida...Dependo inteiramente das pessoas...perdi coisas que gostava tanto de fazer...Dançar, dar meia volta na lagoa antes de ir pro treino...Sinto saudades da independência. Mas por outro lado muitas oportunidades surgiram. Houve uma grande comoção nacional que me deu visibilidade hoje desenvolvo trabalho com uma ONG em 9 municípios do Rio de Janeiro e já temos mais 18 pólos de ginástica. Comecei a fazer um trabalho para popularizar a ginástica e faço parte de um programa de rádio... O esporte ensina a superar as dificuldades..."
Rio No Esporte: Você é apontada como a melhor treinadora do Brasil. O que diferencia seu trabalho dos outros?
Georgette Vidor : Sou rígida, muito dura com as atletas, mas elas confiam muito em mim. Depois do acidente achei que perderia isso, que elas não iriam querer treinar comigo. Isso não aconteceu...eu tenho um grande amor pela ginástica. Não tenho férias, feriados. Eu marco treinos até em dias de domingo....quando sei da importância do que faço eu me dedico. Quando acaba um campeonato e ganhamos eu já penso no dia seguinte. Entreguei minha vida para a ginástica.
"Não quero permanecer com o legado deixado pelos ucranianos : nenhum!"
Georgette Vidor
Rio No Esporte: Porque resolveu entrar na política?
Georgette Vidor : No Flamengo tinha a história de que o clube precisava de uma representação. Ai sugeriram meu nome como candidata a vereadora. Mas as eleições acontecem em ano olímpico, ai fica difícil. A Patrícia Amorim se candidatou e venceu. Depois foi minha vez na luta para defender os esportes e o Flamengo. Com os problemas que enfrento com a deficiência comecei a luta pelas pessoas com necessidades especiais...
Rio No Esporte: Durante seus mais de 30 anos de carreira, você teve que abrir mão de algo importante?
Georgette Vidor : Abri mão de ter filhos. Não queria dividir meu tempo. Hoje estou no meu quarto casamento...e veja só com meu primeiro namorado. Nos reencontramos depois de 28 anos.
Rio No Esporte: E o que as atletas perdem começando tão cedo na carreira?
Georgette Vidor : Atletas de alto rendimento, além de serem talentosos tem boa cabeça. Não existe esse sentimento de perder a infância...eles nascem com aptidão. Estão preparados para isso, com habilidades especiais...Eles tem suas conquistas superando seus limites.
Rio No Esporte: Qual o significado do Flamengo em sua vida?
Georgette Vidor : Fiquei no Flamengo por 20 anos. Tenho uma relação afetiva de grande envolvimento emocional. Sou conselheira nata e sócia proprietária. Fui 15 vezes campeã juvenil e 12 vezes adulta.
Rio No Esporte: E o mito de que a ginástica olímpica faz com que os atletas fiquem baixos e troncudos?
Georgette Vidor : "É um mito de gente ignorante...tudo depende de genética...se você tem pais baixinhos...não adianta tomar hormônio ou fazer basquete...vai ficar baixinho.... A escolha dos atletas da ginástica tem como preferência os mais baixos pela rapidez e giros. Quanto maior, mais é o centro de gravidade maior será a falta de equilíbrio."
Rio No Esporte: Qual o perfil de quem quer fazer carreira na Ginástica Olímpica?
Georgette Vidor : Para os que são magrinhhos, fortinhos (músculos sobressaltados) e crianças que adoram ficar de cabeça pra baixo e pular na cama...esse é o perfil de quem quer fazer ginástica olímpica.
Rio No Esporte: Georgette por Georgette?
Georgette Vidor : Sou uma pessoa que gosta do que faz, batalhadora, franca ( ás vezes me dou mal por isso) e verdadeira.
Rio No Esporte: Uma frase
Georgette Vidor : "Vencer, vencer e vencer"
http://www.rionoesporte.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=110:-georgette-vidor-em-entrevista-exclusiva&catid=8:noticias-3&Itemid=24
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